domingo, novembro 18, 2007

Rambo, Sly e carreira

Em reportagem divulgada hoje no USAToday, Sly fala sobre Rambo, guerra, Deus e carreira.
Este mergulha John Rambo na mira de armas e brutal ditadura militar de Miamar, no Sudeste Asiático, nação anteriormente conhecido como Burma, que na vida real, a decisão da Junta recentemente recebeu condenação internacional pela sua violenta repressão de uma pró - democracia revoltada liderada por Monges.
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A história do filme capta recursos de histórias de vida, atrocidades reais, mas é outra ficção. Envolve Rambo relutantemente ajudando missionários na travessia do ermo do Salween River, no seu caminho para entregar suprimentos para acampamentos de guerra devastados, contendo refugiados.
"Ele está ciente de que toda sua existência foi por nada", Stallone comenta. "A paz é um acidente, a guerra é natural. Velhos homens começam ela, os jovens combatem, todos no meio, morrem, e ninguém fala a verdade." Ele diz támbem: "Você acha que Deus vai fazer todos desaparecerem? O que ele tem feito e mudado no mundo? Ele nada fez. Somos uma raça animal agressiva e nunca será em paz. 'Assim é como ele se sente.'"
"Quando ele encontra os direitos humanos - trabalhadores, que 'de alguma forma tocam no último remanescente nervo do corpo Rambo'" Stallone comenta, referindo-se á causa de Rambo guerriar novamente.
O filme é intitulado simplesmente Rambo, sem qualquer número de seqüência, semelhante ao filme recente, Rocky Balboa, o sexto capítulo em que a franquia foi elogiada por críticos e fãs para restaurar a integridade do ícone do boxe.
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Da mesma forma, este quarto Rambo visa reabilitar o torturado soldado da história que, o mesmo Stallone reconhece, desvia demasiado longe na fantasia, quando Rambo III saiu em 1988.
Stallone, de 61 anos, diz que ele deixou a fama chegar ao seu auge com algumas das "seqüelas" anteriores e não mantendo o coração que atuou nos ícones originais.
"Quando você está numa espécie de indefinição, desconhecido, ator inconseqüênte e, de repente você é famoso, é muito fácil perdê-la e tocá-la", comenta o ator.
"Você prema o envelope, mas existe um limite, e a assitência é retirada".
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By Anthony Breznican, USA TODAY. Texto traduzido com modificações.
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Explicações sobre algumas partes da matéria - Edmundo Falcão.
Para esclarecer um pouco mais sobre a parte que Sly fala sobre seqüelas, ele na realidade está se referindo aos filmes ruins, que ele considera tê-los feito em um momento diferente na carreira. "Quando você está numa espécie de indefinição, desconhecido, ator inconseqüênte e, de repente você é famoso, é muito fácil perdê-la e tocá-la", comenta o ator. Nessa parte, Sly se refere ao sucesso. Quando se está no auge é muito fácil chegar ao declínio. Isso ele já havia dito uma vez. "Você prema o envelope, mas existe um limite, e a assitência é retirada". Nessa parte, o ator se refere ao limite da carreira. Um ponto em que não se admitem mais erros, portanto esta entra em declinio.

Edmrocky Por Edmundo Falcão.
Edmrocky, © 2006 - 2007, Sly news.

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